TSE recebeu cerca de 8 mil recursos relativos a registros de candidatos, dos quais julgou 65%, sem contar outros processos.
Mesmo após o segundo turno das eleições realizadas ontem, o Tribunal
Superior Eleitoral (TSE) manterá esforço concentrado para terminar de
julgar mais de 2,5 mil processos referentes a registros de candidatos
até dezembro. A informação foi confirmada ontem pela presidenta do TSE,
ministra Cármen Lúcia, que não descartou a convocação de sessões extras
para dar conta do trabalho, segundo divulgou a Agência Brasil.
“Todos esses processos que ainda não foram julgados, estamos com o
Tribunal todo empenhado para que, até a diplomação, tenha esses
julgamentos. A sociedade espera uma resposta antes, para evitar que
depois da diplomação sobrevenha uma decisão que possa de alguma forma
mudar. Até esclareço que todos os ministros se empenharam de forma
reiterada e com muito esforço para todos para que tivéssemos esses
julgamentos, e tenho certeza de que continuarão nesse mesmo ritmo”,
disse a ministra. A diplomação dos prefeitos e vereadores eleitos
ocorrerá no dia 19 de dezembro.
O TSE recebeu cerca de 8 mil recursos relativos a registros de
candidatos, dos quais julgou 65%, sem contar outros processos sobre
propaganda eleitoral e outras irregularidades. Cerca de 3 mil recursos
tratavam da aplicação da Lei da Ficha Limpa, dos quais pelo menos metade
já foi julgada.
“Houve um empenho da nossa parte de, neste primeiro momento, até a
última quinta-feira, que foi a ultima sessão do tribunal, tivéssemos
pelo menos uma decisão de mérito sobre os casos apresentados que tinham
candidatos que participavam do segundo turno”, explicou Cármen Lúcia,
lembrando que muitos casos ainda podem ter recursos pendentes.
A ministra ainda esclareceu que a corte está evitando convocar
sessões extras, prolongando ao máximo as sessões ordinárias, para que os
ministros possam dedicar mais tempo às decisões individuais de mérito.
Cármen Lúcia ressaltou, no entanto, que a corte pode vir a convocar
sessões extras daqui para frente caso haja processos suficientes para
inclusão na pauta.
Até agora, a presidenta do TSE não autorizou que nenhum recurso
contra decisão definitiva do TSE chegue ao Supremo Tribunal Federal
(STF). Ainda assim, os candidatos podem acionar a Suprema Corte por meio
de recursos alternativos, desde que o pedido envolva assunto
constitucional.
Fonte: JP
António Góis
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A apuração foi recorde no TRE-PB, com apenas 1h e 22 minutos de duração.
O presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB),
desembargador Marcos Cavalcanti, disse, em entrevista coletiva na noite
deste domingo (28) que a Paraíba promoveu uma das eleições mais
civilizadas do Brasil em 2012. "Na democracia, quem manda é o povo e o
povo da Paraíba está de parabéns por promover uma das eleições mais
civilizadas do país", afirmou.
Segundo o desembargador, a
apuração nos dois maiores colégios eleitorais do Estado - João Pessoa e
Campina Grande - ocorreu em uma hora e 22 minutos e foi recorde no
TRE-PB. "A apuração acabou em uma hora e vinte e dois minutos e foi
recorde em nosso tribunal. Sem falar que foi uma das apurações mais
rápidas do Brasil", disse.
Marcos Cavalcanti também aproveitou a
oportunidade para agradecer aos órgãos da imprensa, da segurança pública
e a todos os eleitores paraibanos. João Pessoa tem 480.237 eleitores e
Campina Grande possui 280.100 votantes.
Fonte: PC
António Góis
Conforme o Banco Central, a portabilidade de crédito é a possibilidade
de transferência de operações de crédito (empréstimos e financiamentos) e
de arrendamento mercantil de uma instituição financeira para outra.

O serviço de portabilidade é uma daquelas opções que caiu no gosto do consumidor. Em tempos de má prestação de serviços da telefonia móvel e dos planos de saúde, a portabilidade pode virar uma opção para os consumidores e estimular a concorrência entre as empresas.
A grande questão, segundo a coordenadora do Proteste, Maria Inês Dolci, é
a necessidade de se avaliar se, de fato, há vantagens nesta troca. “O
estímulo pode ser financeiro ou pela abrangência de atuação daquela
empresa, mas o principal é saber se aquele serviço é equivalente ou
melhor do que aquele que o consumidor já possui. Vale, inclusive,
questionar como é o serviço de atendimento ao cliente”, explica. Por
esta razão, seja para portabilidade
numérica (telefones fixos ou móveis), para portabilidade de crédito
(bancos) ou portabilidade de carência (planos de saúde), ficar atento às
regras e até procurar as reclamações nos órgãos de defesa do consumidor
contra aquela empresa pode evitar dores de cabeça.
Para a advogada do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Veridiana Alimonti, as empresas
têm obrigação de informar a possibilidade do consumidor optar pela
mudança. “Mesmo quando se fala em telefonia, que é o modelo de
portabilidade mais popular, as pessoas não sabem de tudo. Cabe às
empresas e às agências reguladoras trazerem esta informação à tona”,
comenta.
O pessoense André Nicolau, que solicitou troca de operadora tanto para o
celular como para o telefone residencial, afirma que o processo é bem
simples. “Para o tipo que fiz, em especial, não tive problemas. Mudei
por ser mais vantajoso financeiramente, no entanto sequer sei como
funcionam as demais portabilidades”, afirma.
Para Veridiana, as agências reguladoras impõem condições demais e isto
deixa o consumidor inseguro. “Se pegarmos os números, veremos que a
portabilidade numérica é a mais popular, muitas vezes, porque as pessoas
sentem receio de procurar outras opções, dentro das demais
possibilidades. As agências precisam dar condições para que este serviço
seja interessante para o consumidor”, complementa.
Conforme o Banco Central, a portabilidade de crédito é a possibilidade
de transferência de operações de crédito (empréstimos e financiamentos) e
de arrendamento mercantil de uma instituição financeira para outra.
Este de serviço pode ser feito por iniciativa do cliente, mediante
liquidação antecipada da operação na instituição original. “Funciona
assim, o cliente pode solicitar ao seu banco o Custo Efetivo Total
(CET), que é calculado com os dados do financiamento”, afirma Maria Inês.
Em seguida, acrescenta, o valor da dívida deve ser informado à nova
instituição, para que ela possa transferir os recursos diretamente para a
instituição original, quitando a sua dívida, antecipadamente. “A partir
de então, você passa a pagar o financiamento para a nova instituição
bancária, com taxas e prazos mais interessantes”.
No caso da portabilidade de carência, de acordo com o Idec, o consumidor
pode levar para o novo plano de saúde os prazos de carência que cumpriu
no plano anterior. “Isto representa uma flexibilização, é possível
migrar para apólices diferentes, apenas apresentando os três últimos
boletos do plano antigo quitados”, diz.
Neste sentido, a coordenadora do Proteste explica que, para cada tipo de portabilidade, há um prazo para sua efetivação.
“Caso estes prazos não sejam cumpridos pela empresa, o caminho é
procurar primeiro a agência reguladora daquele serviço para prestar
queixas e, em seguida, os órgãos de defesa do consumidor, a exemplo dos
Procons”, finaliza.
Fonte: Pbagora
António Góis
Governo quer enviar congresso projeto que cria cota racial para serviço público e cargos de confiança.
A possibilidade de extensão da política de cotas ao serviço público
federal repercute entre os senadores, que se dividem entre opiniões de
aberto entusiasmo, crítica ou cautela em relação à ideia. Pelas notícias
divulgadas, o governo quer enviar um projeto ao Congresso Nacional
sugerindo a adoção de cota racial para preenchimento de vagas por
concurso e também para os cargos de confiança. A informação foi
divulgada pela Agência Senado.
Em exame na Casa Civil, a proposta deve ser enviada ao Congresso até
novembro, conforme registros na imprensa. O texto básico elaborado pela
Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) define a
reserva de 30% das vagas para negros.
“Só posso ver com bons olhos uma iniciativa destinada a promover o
acesso de negros, pardos e índios a posições na esfera pública, onde
estão claramente subrepresentados. Isso é fundamental para a construção
de uma sociedade mais igualitária e democrática”, afirma Paulo Paim
(PT-RS).
Autor do Estatuto da Igualdade Racial, aprovado há dois anos, Paim
observou que o projeto original previa amplo leque de ações afirmativas,
inclusive as cotas para as universidades e o serviço público. Mas
prevaleceu a avaliação de que o debate ainda não estava maduro, o que
determinou a supressão das cotas do texto para viabilizar a aprovação da
matéria.
Em agosto último, passados pouco mais de dois anos da aprovação do
estatuto, o Senado aprovou e seguiu para sanção o projeto, já tornado
lei, que reserva pelo menos metade das vagas nas universidades e
institutos federais para alunos de escolas públicas, com subcotas por
critério de raça e renda. Para Paim, houve uma evolução que, a seu ver,
deve se refletir agora no acolhimento do cogitado projeto de cotas para o
serviço público.
Fonte: JP
António Góis
Do total de equipamentos, 42 estão instalados nas BR´s do Estado e cinco
apresentam algum tipo de problema que prejudica seu funcionamento
pleno.

A Paraíba possui em suas rodovias federais 81 equipamentos de
controle de velocidade de veículos. Destes, apenas 37, o equivalente a
45,67%, estão fazendo o registro dos excessos de velocidade que resultam
em multas. Segundo informações fornecidas pela Superintendência
Regional do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), na Paraíba existem 44 radares fixos, 35 barreiras eletrônicas e dois radares mistos.
Do
total de equipamentos, 42 estão instalados nas BR´s do Estado e cinco
apresentam algum tipo de problema que prejudica seu funcionamento pleno.
No km 12 da BR 230, a lombada eletrônica está desligada até a conclusão
da passarela que está sendo construída no Conjunto Renascer, em
Cabedelo.
Outros quatro radares (km 66 da BR 230 em São Miguel de
Taipu; km 111 da BR 104 em Lagoa Seca; km 133 da BR 104 em Queimadas; e
no km 137 da BR 104, também em Queimadas) estão desativados por falta
de ligação da energia elétrica por parte da concessionária de energia da
Paraíba, Energisa.
Em outros pontos da BR 230, o Dnit já está
instalando mais cinco barreiras de proteção, todas em Campina Grande (km
146; no km 147; no km 152; no km 156 e no km 158). Ainda existem outros
34 pontos em diferentes regiões do Estado aguardando a realização de
estudo técnico para apontar a viabilidade de instalação de equipamentos.
Dos
equipamentos de controle de velocidade instalados em território
paraibano, sete estão em funcionamento desde agosto de 2011, registrando
a velocidade dos veículos e enviando ao órgão federal as notificações.
Mas as multas nas estradas federais só começaram a ser emitidas a partir
de agosto deste ano. O atual coordenador-geral de operações rodoviárias
do Dnit, Romeu Scheibe Neto, afirma que o órgão permitiu a instalação
dos equipamentos antes de ter um sistema para receber, processar e
enviar as multas aos motoristas.
Redução de acidentes
De
acordo com dados da Polícia Rodoviária Federal, desde o início da
instalação dos equipamentos, no ano passado, o número de acidentes nas
rodovias federais que cortam a Paraíba caiu 44,10%. Mas, a comemoração
maior foi a redução na letalidade dos acidentes, que ficou 25% menor. O
número de feridos também caiu 54,74%.
Fonte: PC
António Góis
Os animais foram capturados pela Polícia Ambiental.
Dois jacarés-do-papo-amarelo foram capturados pelo Batalhão da
Polícia Ambiental na tarde deste sábado (27) dentro de um motel em João
Pessoa. Segundo Batalhão de Polícia Ambiental, como estão sadios, os
animais serão encaminhados para o Jardim Botânico para serem soltos.
De acordo com o sargento Waldir Pereira, do Batalhão de Polícia
Ambiental, um dos animais tinha porte médio e o outro já era considerado
de porte grande. “Como o motel está localizado em área de mata, é comum
a Polícia Ambiental realizar capturas desse tipo por aqui. A última,
por exemplo, foi há umas três semanas”, contou.
O sargento disse ainda que a captura dos animais não foi difícil. “Temos técnicas que facilitam o nosso trabalho.
Porém, é importante lembrar que a população tome todo o cuidado
possível quando vir algum animal desse porte. Uma mordida de jacaré pode
dilacerar um dedo, por exemplo”, orientou.
A Policia Ambiental orienta que a população quando presenciar uma
ocorrência desse tipo, entre em contado com o policiamento ambiental
pelos telefones 190 ou 3218-7222.
Fonte: JP
António Góis