domingo, 24 de fevereiro de 2013

Começou a 4ª edição da Campimóveis.

Evento pretende manter novamente o bom movimento de vendas do ano passado, quando fecharam negócios em torno de R$ 190 milhões.
A 4ª edição da Campimóveis – Feira de Imóveis, Construção Civil, Ciência e Tecnologia de Campina Grande – começou ontem, no Parque do Povo, em Campina Grande, no Agreste do Estado. O evento, que já se tornou um dos maiores da Paraíba no ramo da construção civil, pretende manter novamente o bom movimento de vendas do ano passado, quando fecharam negócios em torno de R$ 190 milhões e querem fechar este ano na casa de R$ 200 milhões em transações, alta de 5% sobre o movimento do ano passado. No evento, mais de 70 empresas da construção civil vão participar. A estimativa é de um público de mais de 50 mil pessoas, nos oito dias do evento.
Na feira, o público terá à sua disposição os melhores empreendimentos imobiliários da cidade, bem como as principais novidades na área de tecnologia, decoração e ambientação. Mais ampla, a Campimóveis 2013 contará com 100 estandes, divididos entre o setor principal e o vip, além de espaço reservado para concessionária de veículos e praça de alimentação. O evento acontece até o próximo sábado, dia 2 de março.
Durante uma semana, das 16h às 22h, empresários do setor e pessoas interessadas em comprar um imóvel ou buscar ideias de projetos imobiliários terão a oportunidade de fazer negócios e aproveitar o que há de mais atual nas tendências deste mercado. Empresas de estruturas, vidraçarias, cerâmicas, móveis projetados, arquitetura e, principalmente, imobiliárias estarão com estandes na feira. Segundo Oscar Morais, responsável pela organização do evento, serão ofertados imóveis de vários valores, tanto a preços populares como de luxo.
No ano passado, o sucesso do evento foram as vendas dos imóveis mais populares. Por isso, a estimativa para a edição 2013 é que este segmento continue forte e proporcionando bons negócios. “Estamos muito confiantes que a quarta edição também será um sucesso, assim como as que antecederam. Nossa mídia está crescendo, recebemos visitas de pessoas de outros estados que vêm prestigiar a feira e prospectar negócios. A previsão de negócios para esta próxima edição é que supere a anterior. E isso será possível graças às facilidades dos financiamentos bancários”, destacou Oscar.
Fonte: JP

António Góis

Estiagem faz preço da farinha disparar em mais de 200% em Campina Grande.

O principal motivo apontado é a suspensão de irrigação nos principais reservatórios.

O preço da farinha de mandioca comercializada em Campina Grande disparou mais de 200% em dois meses.  O valor do quilo do produto passou de R$ 2 para R$ 6,76 e pode chegar a R$ 7 já na próxima semana. Produtores e revendedores afirmam que a tendência é de um aumento ainda maior e probabilidade de escassez do produto. Assim como para outras variedades, o principal motivo apontado é a suspensão de irrigação nos principais reservatórios, em consequência da estiagem. 
O comerciante Aurílio Domingos de Lima, 48 anos, que há 22 anos comercializa o produto na Feira Central, disse que mesmo chovendo nas principais regiões produtoras do tubérculo na Paraíba e no Nordeste, o preço não deve cair até o final do ano.
“A mandioca demora um ano ou mais, em média, para estar pronta para ser colhida e transformada em farinha. Eu acredito que se não houver algum planejamento especial do Governo, com incentivos que permitam a compra de farinha de outras regiões, o preço deve continuar assim até o fim do ano”, disse o comerciante que ainda está vendendo o quilo da farinha a R$ 5, mas deve aumentar para R$ 6 até o final do mês. Nos supermercados, o preço do produto varia de R$ 6 a R$ 6,76.
Segundo o feirante, com o aumento do produto, as vendas caíram 50%. “Faz pelo menos dois meses que está assim. O pessoal acha um absurdo pagar este valor, e realmente é, mas não choveu, os produtores não plantaram, então o preço disparou, não teve jeito. É a seca. Vamos torcer que este ano seja diferente”, contou. Aurílio informou que a farinha que comercializa vem do município de Lajedo, em Pernambuco. Outros comerciantes disseram que compram farinha também de produtores de Lagoa Seca, Agreste paraibano.
Fonte: PC

António Góis

STTP assegura implantação do Cartão Temporal a partir de março.

Esse moderno sistema que envolve ônibus urbanos, gera economia aos usuários, maior mobilidade e reduz o tempo de deslocamento, além de contribuir com a melhoria da qualidade de vida da população.

O superintendente de Trânsito e Transportes Públicos de Campina Grande (STTP), Vicente da Paula Teixeira, garantiu nesta sexta-feira, 22, que a partir do próximo dia 1º de março vai ser implantado na cidade o chamado Cartão Temporal. A iniciativa permitirá ao usuário de transporte coletivo trocar de ônibus em qualquer parte da cidade, com o pagamento de uma única passagem.

Ele esclareceu, contudo, que o benefício será implantado em etapas. Nesta primeira fase, o usuário do transporte coletivo vai poder, durante o período de até uma hora, fazer dois deslocamentos pagando apenas umapassagem. Ou seja, após desembarcar do ônibus, o passageiro terá, pelo menos, uma hora para trocar de linha sem pagar outra passagem. “É importante destacar, contudo, que neste primeiro momento o usuário pega inicialmente qualquer ônibus, mas só poderá usufruir do benefício do cartão temporal caso se utilize da linha integrada inicial, que será a 245. Aos poucos, este sistema será ampliado em termos de linhas integradas, mesmo porque há necessidade de se fazer uma pesquisa domiciliar ampla visando-se saber as reais necessidades da coletividade”, afirmou.

Segundo ele, o cartão temporal já existe em muitos municípios. Esse moderno sistema que envolve ônibus urbanos, gera economia aos usuários, maior mobilidade e reduz o tempo de deslocamento, além de contribuir com a melhoria da qualidade de vida da população. “A diferença do cartão temporal é que ao adquiri-lo, o usuário tem um tempo (daí a expressão temporal), no qual pode pegar outro ônibus, sem necessariamente precisar ir para o terminal de integração de passageiros. Será possível a diminuição do fluxo de transportes coletivos no centro porque hoje, inevitavelmente, quem quiser fazer integração tem que ir para a Avenida Floriano Peixoto, onde funciona o sistema de integração. Com o cartão temporal poderá haver integração em qualquer bairro do município”, garantiu.

Outro aspecto vantajoso desse sistema é não ter a necessidade de construir terminais de integração (obras físicas). Assim, quando todas as etapas de implantação do novo sistema forem concluídas, o passageiro pode trocar de ônibus em qualquer ponto de parada onde as linhas integradas se cruzam, sem precisar ir ao terminal, localizado ao lado do Parque do Açude Novo.

O superintendente finalizou esclarecendo que a população só tem a ganhar com a iniciativa, mesmo porque não haverá elevação no preço da passagem, o terminal de integração vai continuar funcionando e, por fim, só haverá o acréscimo de mais um benefício para a melhoria e aperfeiçoamento do sistema de transportes coletivos de Campina Grande.
Fonte: Pbagora

António Góis

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Material para inicio das obras da nova adutora de Aroeiras já chegou á cidade.

O primeiro caminhão com canos e tubos chegou ao inicio da manhã de sábado a Aroeiras.


O Prefeito Milton Marques, Luciano Souza ( Coordenador da Cagepa em Aroeiras ), vários Vereadores e população foram esperar em frente á prefeitura a chegada do primeiro caminhão com canos e tubos da CMR4. Às 08h00 chegava e estacionava em frente á prefeitura o tão aguardado caminhão com funcionários, engenheiro e tecnólogo da empresa que é a responsável pelas obras da nova adutora tão ansiada pelo povo de Aroeiras. Roberto Gaudêncio ( Engenheiro da CMR4 ) em conversa com o nosso site, logo nos informou que as obras irão mesmo começar com toda a certeza entre as primeiras duas semanas de Março, sendo que a nova adutora ficará posicionada no mesmo local onde se encontra a atual por questões de melhor captação de água mas que com a nova estação de tratamento de água, novos equipamentos e encanamentos a melhoria no abastecimento e qualidade da água será uma certeza muito em breve para os aroeirenses. Roberto Gaudêncio informou-nos que este é apenas o primeiro de 30 caminhões que nos próximos meses chegarão á cidade com o material necessário á construção total da obra. Assim e após tanta especulação e conversas maldosas sobre a incerteza do começo das obras aí estão as fotos que documentam que a promessa é para ser cumprida e que as obras vão mesmo começar e alem do mais irão também dar emprego a muitos aroeirenses durante algum tempo.

António Góis

Prefeito de Umbuzeiro é o 16° a aderir a Ricardo Coutinho.

O prefeito de Umbuzeiro já é o 16° a aderir ao projeto de reeleição de Ricardo Coutinho somente este ano.

O prefeito de Umbuzeiro, Thiago Pessoa, e o ex-prefeito Carlito Pessoa,embos do DEM, anunciaram nesta sexta-feira (22) apoio político ao governador Ricardo Coutinho (PSB). Eles foram recebidos pelo governador Ricardo Coutinho e pelo secretário de governo e deputado estadual Adriano Galdino (PSB), em João Pessoa. 

O prefeito de Umbuzeiro já é o 16° a aderir ao projeto de reeleição de Ricardo Coutinho somente este ano.

O prefeito Thiago Pessoa convidou Ricardo e o deputado Adriano Galdino a visitarem o município que serão muito bem recebidos pelas lideranças locais e pela população.

Na eleição de 2010 Thiago e Carlito apoiaram o candidato José Maranhão no 1° turno e no segundo aderiram a Ricardo Coutinho ajudando-o a obter mais 500 votos de maioria no município.

“Queremos estar alinhados com esse projeto político porque nestes dois anos vemos a seriedade, o respeito e prioridade que Ricardo tem tratado os municípios independente de questões partidárias. Em respeito a postura do governador tenho certeza queremos ajudá-lo na implantação desse projeto que está mudando a Paraíba e tenho certeza beneficiará a população de Umbuzeiro”.

O governador Ricardo Coutinho agradeceu o apoio do prefeito Thiago e do ex-prefeito Carlito Pessoa e das demais forças aliadas no município e acrescentou que “assim como em Umbuzeiro, temos a situação e lideranças da oposição nos apoiando”.

“Recebemos Lideranças fortes de Umbuzeiro e tivemos uma conversa clara sobre a importância de trabalharmos com unidade e focados na melhoria da qualidade de vida do nosso povo. Acho que junto com os prefeitos estamos conseguindo isso, mesmo com as dificuldades você percebe nos olhos dos vereadores, dos prefeitos, deputados e da população um olhar de esperança de um futuro melhor”, completou Ricardo.
Fonte: PO

António Góis

Paraíba paga R$ 100 milhões a mais em precatórios.

Erro no cálculo da dívida do Estado na área de precatórios do TJPB foi apresentado pelo corregedor nacional de Justiça, ministro Francisco Falcão.

O relatório preliminar da correição realizada pela Corregedoria Nacional de Justiça (CNJ) na área de precatórios do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) aponta que houve erro no cálculo da dívida do Estado de aproximadamente R$ 100 milhões. O montante foi divulgado pelo corregedor nacional de Justiça, ministro Francisco Falcão, durante visita à Paraíba na última quinta-feira. Segundo ele, “houve erro, sem má fé” do Tribunal e também do governo do Estado, já que a procuradoria aprovou os cálculos.
Há informações, inclusive, de que até juízes e desembargadores com direito a precatórios teriam recebido a mais por conta do erro.
O representante do CNJ, juiz José Luiz Leite Lindote, que participou da inspeção na Paraíba, não descartou a possibilidade de que magistrados também tenham sido beneficiados com a contagem errada dos precatórios ao longos dos anos. “Boa parte dos precatórios que foram pagos estão com os cálculos computados de forma inconsistente, mas eu vejo só nomes e números. Eu vi vários credores nessa situação, mas o relatório detalhado só será divulgado após a assinatura do ministro”, afirmou.
Ele disse que as providências serão tomadas dentro do que o CNJ determinar. “Está sendo apurado o valor total da dívida. Existia um número que poderia estar a mais, mas esse número não está fechado. Há uma progressão que o montante poderia chegar a R$ 100 milhões, mas pode chegar para mais ou para menos”, afirmou.
O ministro Francisco Falcão, por sua vez, disse que os valores pagos a mais terão de ser devolvidos. Ele informou que a presidente do TJPB, desembargadora Fátima Bezerra, comprometeu-se a corrigir os cálculos.
O juiz auxiliar dos precatórios do TJPB, Carlos Eduardo Leite Lisboa, lembrou que o governo do Estado pediu ao CNJ para que fosse averiguado se realmente a dívida corresponde ao numerário até então existente. “O CNJ fez o levantamento de todos os processos pendentes de pagamento, cujo o devedor é o Estado da Paraíba e, em sua análise, detectou pelo menos de uma forma provisória, uma cobrança, uns cálculos, que não se praticam para efeito de pagamento de precatório”, afirmou.
Para se ter uma ideia, complementou o juiz, ainda não é possível afirmar a dimensão desse valor, porque ainda não foi totalizado pelo CNJ. “Mas o que nos chama a atenção é que os valores para correção e juros para o Estado são um determinado valor e, para o cidadão comum, é outro valor, até, muitas vezes, dobrado, ou seja, o que o Estado nos cobra, ele cobra a mais. O que a gente cobra dele é um índice menor. Talvez por isso tenha surgido uma interpretação equivocada, mas nada que não seja consertado e, daqui para frente, seguida a orientação do CNJ”, explicou.
Sobre o fato de que juízes e desembargadores teriam recebido os precatórios a mais, Carlos Eduardo Leite Lisboa pediu cautela. “É preciso que se tenha um pouco de cuidado, se for analisar quem recebeu a mais ou a menos, porque são índices que se aplicavam interpretações de épocas, há aproximadamente 12 anos. Havia momentos em que os juros se praticavam no país em determinado percentual e, em outros momentos, outro percentual, e agora a lei dos precatórios vem disciplinando, através da EC 62/2009, a Taxa de Referência (TR). Nós sabemos que ela não reflete um índice de correção, mas de qualquer forma é uma Emenda Constitucional e devemos obediência. Então, se porventura existir um valor acima do normal, isso se deve ao longo período de inatividade dessas cobranças”, explicou.
Ele disse que o CNJ, diante dos dados, vai dizer se realmente houve essa diferença tamanha que foi divulgada e, a partir dessa divulgação, o TJPB vai fazer a reestruturação desses gastos para que volte ao patamar que o CNJ acha conveniente. “Obviamente que aqueles que não aceitarem a decisão, haja vista que vivemos num estado democrático de direito, terão todo o direito de ingressar com as respectivas ações para questionar seu direito.
Até para isso o Estado terá que entrar com a ação para cobrar daqueles que receberam a mais”, afirmou.
CORREIÇÃO COMEÇOU NO FIM DE JANEIRO
A correição no Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba (TJPB) teve início no dia 30 de janeiro com foco no setor responsável pela gestão de precatórios. Durante o trabalho, a equipe técnica da Corregedoria analisou o repasse dos valores devidos pelo governo estadual para pagamento dos precatórios e o cumprimento, pelo TJPB, da ordem cronológica de pagamento, conforme prevê a Emenda Constitucional n. 62 e a Resolução n. 115 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
O trabalho foi determinado pelo corregedor nacional de Justiça, ministro Francisco Falcão, em portaria publicada no dia de janeiro. Entre os fatos que motivaram a correição, segundo a portaria, está a ordem de repasse imediato de verba orçamentária destinada a honrar precatórios requisitórios inscritos por determinação judicial, feita pela Presidência do TJPB ao governo do Estado, além de divergências sobre o montante a ser repassado.
Os responsáveis pelo trabalho foram o juiz auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça, Erivaldo Ribeiro dos Santos, e o juiz do Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso, José Luís Leite Lindote, membro do Comitê Nacional do Fórum Nacional de Precatórios (Fonaprec).
De acordo com levantamento feito pelo CNJ, o Estado da Paraíba tinha uma dívida em precatórios de R$ 405,9 milhões em meados do ano passado. Os municípios paraibanos acumulavam, na época, R$ 107 milhões em precatórios e as autarquias e administração indireta deviam outros R$ 102 milhões.
A dívida do Estado divulgada pelo CNJ não bate com os números do TJPB, que seriam da ordem de R$ 1,4 bilhão.
Fonte: JP

António Góis

83% dos municípios da Paraíba estão negativados junto ao Governo Federal e impedidos de receber recursos.

O levantamento foi divulgado, na tarde desta sexta-feira (22), pela Confederação Nacional dos Municípios e mostra que 106 desses municípios têm mais de três anotações.

Dos 223 municípios, 185 (83%) estão negativados junto ao Governo Federal e, com isso, impedidos de receber repasses de recursos. Dos negativados, 106 têm mais de três  anotações no CAUC (Cadastro Único de Convênios) da Secretaria do Tesouro Nacional (STN). 

O levantamento foi divulgado, na tarde desta sexta-feira (22), pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM). A nova pesquisa na situação da regularidade do sistema CAUC trouxe um resultado que surpreendeu, pois constatou que 4.458 (80,1% do total) municípios brasileiros estão com itens a comprovar, ficando assim impedidos de celebrar convênios com a União.

Em 18 de janeiro deste ano, em todo o Brasil, eram 3.589 municípios. O crescimento até o dia 20 de fevereiro foi de 24,2%.
Tabela da CNM
Foto: Tabela da CNM
Créditos: Ascom

Menos de 30 dias após o “Encontro Nacional com Prefeitos e Prefeitas” promovido pelo Governo Federal nos dias 28 a 30 de janeiro deste ano, a Confederação Nacional de
Municípios indicou que, neste início de mandato dos novos prefeitos e prefeitas eleitos, ocorreu uma taxa de renovação muito expressiva. São ao todo 4.063, (72,9%) os novos gestores que assumiram seus municípios com uma forte crise financeira. 

Os gestores foram chamados pelo Governo Federal para conhecer os programas federais e celebrar convênios. O problema é que mais de 80% deles estão impedidos pela legislação de celebrar convênios.  

Os itens que tem o maior número de municípios com “a comprovar” são: Publicação do Relatório de Execução Fiscal (RGF) com 3.318 (59%); o Relatório Resumido da Execução Orçamentária – RREO com 3.171 (57%), Regularidade quanto as Contribuições Previdenciárias com 2.042 (36,7%) e a Regularidade Previdenciária com 1.527 (27,4%).

Esta é a primeira vez, nos levantamentos da Confederação Nacional de Municípios, que o número de municípios com itens a comprovar relativos a entrega dos relatórios
previstos na Lei Complementar nº 101/2000 (LRF) é maior que os itens relativos a previdência. Mesmo assim, o grande impeditivo aos convênios são as regularidades
relativas à Previdência, “que sempre são o calcanhar de Aquiles dos municípios, e que a CNM contesta há anos, por entender que eles são credores e não deveriam estar negativados neste sistema”.

Em termos percentuais, municípios dos estados Piauí (96,4%), Amazonas (95,2%), Pará (95,1%), Tocantins (95,0%) e Pernambuco (94,6%) tem o maior número de itens a comprovar a regularidade junto ao Governo Federal. Os estados com o menor número de municípios são o Mato Grosso do Sul (53,8%), Rio Grande do Sul (56,9%) e Paraná (68,2%). Mesmo assim, na avaliação da CNM, “estes percentuais são muito expressivos”.

O CAUC é um Serviço Auxiliar de Informações para Transferências Voluntárias que tem os seguintes objetivos segundo o Governo Federal, através do sítio da Secretaria do Tesouro Nacional (STB):

• Simplificar a verificação pelo gestor público do órgão ou entidade concedente, do atendimento, pelo convenente e pelo ente federativo beneficiário de transferência
voluntária de recursos da União, de treze das vinte e uma exigências estabelecidas pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e demais legislação aplicável, ao reduzir a burocracia desse
processo e o volume de papéis, e otimizar o arquivamento e espaço físico para guarda de comprovantes;

• Ampliar o nível de controle de exigências, possibilitando transparência e exercício
de cidadania, na medida em que permite o acesso pela internet;

• Otimizar procedimentos administrativos ao facilitar a entrega de documentação administrativa, financeira e contábil produzida pelo ente federativo (tais como
Relatório de Gestão Fiscal, Relatório Resumido da Execução Orçamentária e  Balanço Anual), considerando que o convenente entrega esses documentos uma única vez (ao invés de fazê-lo diversas vezes, como antes) aos órgãos
concedentes federais.

O Sistema faz a verificação da situação em quatro grandes blocos: obrigações de adimplência financeira, adimplemento na prestação de contas de convênios, obrigações de transparência e adimplemento de obrigações constitucionais ou legais.

A regulamentação para a celebração de convênios entre os municípios e a União está descrita na portaria interministerial nº 507/2011, que traz todas as exigências e o trâmite que deve ser observado para a assinatura de convênios entre os entes, e uma delas é a verificação do  CAUC.
Fonte: PC
António Góis