sexta-feira, 8 de março de 2013

Congresso derruba veto de Dilma, mantém redistribuição dos royalties e Paraíba ganhará mais de R$ 340 milhões.

Senadores e deputados de estados não produtores reconheceram a minoria, mesmo antes do início da votação. Alguns deles se retiraram do plenário. O veto foi derrubado por votos contra.

Depois de uma votação tensa e discussões entre parlamentares de estados produtores de petróleo e não produtores, o Congresso Nacional derrubou na noite dessa quarta-feira (6) e começo da madrugada desta quinta-feira (7) os 142 vetos da presidenta Dilma Rousseff ao projeto de lei que trata das novas regras de distribuição dos royalties do petróleo. 
De acordo com a Secretaria da Mesa Diretora do Senado, 54 senadores votaram pela derrubada do veto. Dos 81, 63 senadores votaram. Na Câmara, o veto com menor rejeição obteve 349 votos e com a maior teve 354 votos. No total, 405 deputados dos 513 participaram da votação. 
Confira aqui a tabela, elaborada pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), com os valores que cada Estado terá direito com a derrubada dos vetos.  
Foram quase cinco horas de debates e discussões acaloradas no plenário. Embora reconhecessem que não tinham votos suficientes para manter os vetos, deputados e senadores do Rio de Janeiro e do Espirito Santo protestaram durante toda a sessão. Obstruíram os trabalhos com a apresentação de requerimentos e questões de ordem para retardar a votação.
O senador Vital do Rêgo Filho (PMDB-PB) foi o relator do projeto e apresentou um substitutivo, que foi aprovado pela Câmara Federal no ano passado.
Para derrubar na sessão iniciada nesta quarta, o veto era preciso maioria absoluta. Ou seja, 41 votos dos senadores e 257 votos dos deputados federais. O veto mudava a destinação de R$ 100 bilhões para estados e municípios até 2020.
Vital Filho disse que foram três anos de luta. lembrou que em 2010 teve início a discussão, a partir de idéia do senador Wellington Dias (PT-PI). Frisou que o Senado, por uma maioria de 71 votos, aprovou o seu substitutivo. "O projeto atendia a maioria do povo brasileiro", disse. 
Segundo ele, a judicialização do processo foi inexplicável sob todo e qualquer argumento. "Com uma decisão firme do STF cairão por terra todas as tentativas de judicializar as decisões soberanas desta Casa", discursou.
Protestos
A manobra não teve êxito e levou os parlamentares do Rio e do Espírito Santo a abandonar o plenário como forma de protesto e também para não legitimar a sessão. 
Senadores e deputados de estados não produtores reconheceram a minoria, mesmo antes do início da votação. "O Judiciário há de colocar a constitucionalidade no seu devido lugar", previu o senador Magno Malta (PR-ES). Ele chegou a ser vaiado pelos parlamentares dos estados não produtores. 

Logo após abandonar a sessão do Congresso Nacional em que se examinam os vetos à Lei dos Royalties, o senador Lindbergh Farias (PT-RS) disse ter certeza de que o Supremo Tribunal Federal anulará a sessão, que continua sendo realizada.  "Esta sessão está marcada por vícios, pelo atropelo da Constituição e do Regimento Interno. Vamos entrar com todos os mandados de segurança possíveis para pedir sua anulação", anunciou.
 
Senador pelo Rio de Janeiro , estado produtor de petróleo que apoia os vetos feitos pela presidente Dilma Rousseff, o paraibano Lindbergh afirmou que o presidente do Congresso, Renan Calheiros, desrespeitou o regimento ao não permitir que os parlamentares apresentassem questões de ordem ou discursassem por até 20 minutos. "Quiseram nos tratar de forma desrespeitosa. Esse procedimento do presidente do Congresso nos colocou para fora. Não vamos legitimar isso - protestou Lindbergh, que deixou a sessão acompanhado por outros parlamentares do Rio de Janeiro", disse.

Na votação do ano passado, os deputados federais aprovaram o Projeto de Lei 2565/2011 que redistribui os recursos dos royalties do petróleo. Com a nova divisão a Paraíba ganhará R$ 341.971.644 milhões. 

Por 296 votos a favor e 124 contra, foi aprovado o texto-base oriundo do Senado do projeto que redistribui entre União, estados e municípios os tributos (royalties e participação especial) provenientes da exploração do petróleo. O projeto foi vetado pela presidente Dilma Rousseff.

Na sessão desta quarta-feira (06) à noite,o presidente do Congresso, Renan Calheiros, deu início ao processo de votação após aprovação de requerimento do líder do Democratas na Câmara, Ronaldo Caiado (DEM-GO), pedindo o encerramento da discussão, após falarem quatro senadores e oito deputados.
 
Contrário ao requerimento de Caiado, o senador Francisco Dornelles (PP-RJ) argumentou que o debate ainda não estava esgotado e pediu o prosseguimento da discussão.
 
Os deputados aprovaram o requerimento pelo início da votação dos vetos com 342 votos a favor, 15 contra e cinco abstenções. No Senado, o requerimento foi aprovado simbolicamente, sem pedido de verificação.
O processo de votação foi aberto pelo presidente do Senado às 23h24. O Congresso apreciou o veto  38/2012, da presidente Dilma Rousseff, feito ao PLS (projeto de lei substitutivo) 448/11, que determina regras para os royalties.
Ganhos da Paraíba
O senador Vital Filho disse que, com a redistribuição dos royalties, a Paraíba que recebe R$ 28,4 milhões passará a receber mais de R$ 342 milhões, um crescimento de 1.105%. "Esse mesmo valor será rateado entre todos os municípios do Estado. As cidades que recebem pelo FPM (Fundo de Participação dos Municípios), de acordo com sua alíquotas, terão reajustadas suas receitas com esses níveis. E todo município da Paraíba passará a receber uma receita extra talvez maior, em alguns casos, do que o próprio FPM", argumentou. 

Em 2020, segundo Vital Filho, a Paraíba vai receber R$ 1 bilhão. "Isso é uma receita nova que vai fortalecer o tesouro estadual e as reservas dos municípios que estão, desde 1988, pagando uma conta indevida", disse.
 
Vital Filho disse que João Pessoa, que recebe hoje R$ 2,7 milhões por ano, vai ganhar dos royalties de petróleo e gás R$ 17,5 milhões. Campina Grande, ainda segundo o senador, vai receber mais de R$ 726 mil este ano. Em 2014, ganhará R$ 4,8 milhões. 

Outro exemplo citado por Vital Filho é o município de São José de Piranhas (no Alto Sertão paraibano), terra do senador Cícero Lucena (PSDB). "O crescimento será de R$ 113 mil para R$ 763 mil no próximo ano. O que estamos fazendo é uma verdadeira revolução econômica e social no Brasil. É a repactuação da federação. Existe uma concentração para poucos em detrimento de muitos. Na verdade, esse projeto é de ´Robin Hood´. Ele está tirando de quem tem para dar a quem não tem, mas não está deixando quem tem ficar zerado. Eu não prejudiquei, por exemplo, Rio de Janeiro e Espírito Santo. O que eles ganhavam em 2010 vão receber em 2012 de royalties", salientou.

Fonte: PC

António Góis

quarta-feira, 6 de março de 2013

Energisa em Aroeiras está de parabéns.

Contactámos equipa da Energisa por reclamação de alto consumo e ficámos supreendidos com eficácia e atendimento.

Todos os dias, milhares de brasileiros reclamam de atendimento e prestação de serviços neste País, mas este site, se pode e deve falar a verdade para o melhor ou pior também deve elogiar profissionais e empresas que cumprem os seus requisitos e prestam um bom serviço. Hoje dia 06 de Março logo pela manhã contactei a empresa ENERGISA via celular reclamando pelo elevado consumo que estou a pagar, no atendimento fui informado que uma equipa de técnicos viria fiscalizar e perceber o problema mas tal poderia acontecer num prazo máximo de 20 dias, acontece que logo no inicio da tarde a equipa bateu na minha porta e com profissionalismo e competência os dois funcionários da ENERGISA ( Pedro e Adriano ) verificaram equipamentos e tomadas, aconselharam mudanças de lâmpadas e alguns procedimentos lógicos para redução de valor a pagar e com respeito e simpatia foram embora. Fiquei muito agradado e reconhecido a ambos e deixo aqui uma palavra de apreço e elogio aos dois elementos da empresa de serviço de energia. Era muito bom, excelente mesmo, se em todos os serviços que procuramos diariamente sempre nos atendessem assim com profissionalismo, competência e dedicação.

António Góis

terça-feira, 5 de março de 2013

8 de Março: governo da Paraíba lança campanha de valorização da mulher em nosso Estado.

8 de Março – Durante a II Conferência Internacional de Mulheres, realizada em 1910 na Dinamarca, a famosa ativista pelos direitos femininos, Clara Zetkin, propôs que o 8 de março fosse declarado como o Dia Internacional da Mulher.
A programação com mais de 50 ações da Secretaria Estadual da Mulher e da Diversidade Humana em comemoração ao 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, será lançada pelo governador Ricardo Coutinho, nesta terça-feira (5), às 9h, durante evento com café da manhã no Palácio da Redenção, na Capital.
Segundo a secretária da Mulher e da Diversidade Humana, Gilberta Soares, o governo fará várias atividades durante todo o mês de março em cidades do interior do Estado e divulgará uma campanha institucional de valorização e reconhecimento da mulher paraibana. “Nossa proposta é fazer uma série de atividades intersetoriais, que vão desde capacitações para acolhimento de mulheres vítimas de violência nas delegacias, feiras de artesanato, elaboração de projetos, feiras de cidadania até dois grandes shows em João Pessoa e Campina Grande”, disse Gilberta Soares.
Segundo ela, a campanha terá objetivo de fortalecer as ações positivas em favor das mulheres. “É um momento de comemoração das conquistas das mulheres”, disse.Na programação, serão incluídas ações em defesa da cidadania de mulheres presidiárias, lésbicas e seminários na área de geração e emprego e renda.
8 de Março – Durante a II Conferência Internacional de Mulheres, realizada em 1910 na Dinamarca, a famosa ativista pelos direitos femininos, Clara Zetkin, propôs que o 8 de março fosse declarado como o Dia Internacional da Mulher, homenageando as tecelãs de Nova Iorque, que cruzaram os braços e paralisaram ostrabalhos pelo direito a uma jornada de 10 horas, na primeira greve norte-americana conduzida unicamente por mulheres.
Violentamente reprimidas pela polícia, as operárias, acuadas, refugiaram-se nas dependências da fábrica. No dia 8 de março de 1857, os patrões e a polícia trancaram as portas da fábrica e atearam fogo. Elas morreram asfixiadas. Em 1911, mais de um milhão de mulheres se manifestaram na Europa. A partir daí, essa data começou a ser lembrada no mundo.

Fonte: Pbagora

António Góis

Um acidente envolvendo três carros deixa um morto na BR-104 no Km 145 em Queimadas..

A vítima era do Sítio Olho D'Água e tinha 15 anos.

Nesta segunda-feira por volta 11h00, três veículos envolveram-se em um acidente deixando uma pessoa morta. 

Ao se aproximarem da entrada do sítio Olho d'água os três veículos colidiram, segundo uma das vítimas do "Fiat Uno" estavam cinco pessoas no carro.
 
Luan ( um dos ocupantes da viatura Fiat Uno ) comentou: "...Estávamos vindo da cidade de campina grande para a cidade de Gado Bravo ao perceber que a "Veraneo" iria entrar para o síto olho d'água o nosso motorista desviou logo e em seguida sentimos um impacto forte do caminhão boiadeiro batendo violentamente na nossa traseira descontroladamente também bateu na "Veraneo", só conseguimos parar o carro a uma  distancia de aproximadamente uns 70 metros, ao chegar perto da "Veraneo" vimos que um rapaz estava caido já sem vida no solo. Nossa nascemos de novo" relatou Luan.
 
Na "Veraneo" estavam três pessoas o motorista que era Biu Bolim, uma mulher que não foi identificada e a vítima fatal  Natanael Almeida de Brito de 15 anos que devido o impacto que sofreu veio a óbito ali no local, o serviço de atendimento móvel de urgência (SAMU 192) foi acionada para o local mais nada pode fazer. Natanael era do Sítio Olho D' Água.
 
O motorista do caminhão boiadeiro fugiu do local sem prestar os primeiros socorros as vítimas 
deixando sozinho o seu compaheiro de viagem que ficou local.
Fonte: PQ

António Góis

Dilma anuncia R$ 70 milhões para Centro de Convenções; investimentos na Paraíba chegarão a R$ 6 bilhões de reais.

Presidente prometeu "olhar com muito bons olhos" a modernização do aeroporto Castro Pinto e do porto de Cabedelo.

A presidenta  Dilma Rousseff  participa de solenidade no Jardim Veneza, em João Pessoa. Ela entregou, uma a uma, as chaves de equipamentos para terraplanagem a 22 prefeitos do interior da Paraíba, antes de inaugurar as unidades habitacionais.Em seu discurso, ela anunciou a liberação de R$ 70 milhões para a conclusão do Centro de Convenções de João Pessoa.
No discurso, ela disse ter certeza que o Estado tem grandes atrações turísticas. "Eu acho que é fundamental para o Brasil ter um centro de convenções aqui, porque vai atrair turistas nacionais e internacionais. Governador o senhor pode ter certeza que é mais uma parceria nova", disse.
Ela prometeu "olhar com muito bons olhos" a modernização do aeroporto Castro Pinto e do porto de Cabedelo. "O Brasil só vai andar pra frente se mexer nas questões que alteram a competitividade do país", disse. Dilma ainda falou em invetsimentos de saneamento e mobilidade urbana em João Pessoa. "Nós fizemos a conta de só de dois ministérios, da Ingração Nacional e das Cidades, e estamos investindo aqui em torno de R$ 6 bilhões", afirmou.
A presidenta chegou a João Pessoa acompanhada dos ministros Aguinaldo Ribeiro, das Cidades; Pepe Vargas, do Desenvolvimento Agrário; Fernando Bezerra, da Integração Nacional; José Elito, chefe do Gabinete de Segurança; Ideli Salvati, das Relações Instituiconais; Helena Chagas, da Comunicação Social.A comitiva deixou o aeroporto Castro Pinto e seguiu para o primeiro compromisso em João Pessoa. Ela baixou o vidro da janela do carro oficial e acenou para os repórteres.A visita foi transmitida em tempo real pelo site da TV NBR (emissora oficial da Presidência da República).
No conjunto Jardim Veneza, ela assistiu uma apresentação folclórica de grupo de forró. Eles cantaram três músicas, que foram acompanhadas pela presidenta com palmas. Dilma chegou a cantar o refrão do forró 'Paraíba Masculina' (de Luiz Gonzaga).Já na tarde desta segunda-feira (4), Dilma garantiu que entregará as obras de transposição do Rio São Francisco em 2015. A confirmação foi dada durante passagem pelo município de Itatuba, onde a presidente esteve com o governador Ricardo Coutinho para assinar a ordem de serviço para a segunda etapa da construção do canal Acauã-Araçagi.
O empreendimento, sob a responsabilidade do Ministério da Integração Nacional, é uma parceria com o Governo da Paraíba e faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC-2). Ao todo, 16 mil hectares de terras para agricultura serão pontecializados, o que mudará o perfil econômico dos 38 municípios beneficiados. O primeiro lote beneficiará as populações de Ingá, Mogeiro, Itabaiana, São José dos Ramos, Sobrado, Riachão do Poço, Sapé, Mari, Cuité de Mamanguape, Itapororoca e Araçagi.
Atualmente, estão trabalhando na construção do canal Acauã-Araçagi, com extensão total de 112,5 quilômetros, cerca de 500 profissionais entre operários, engenheiros e técnicos. No momento, estão sendo feitas muitas escavações de rochas com profundidades de até 24 metros na tomada d’água, além de fundações em concreto da tubulação.
As tubulações compreendem três canos com 1,9 metros de diâmetro, cada um. No pique do segundo trecho, os trabalhos envolverão mais de 800 operários e dezenas de máquinas. A obra compreende seis etapas úteis divididas em três contratos.
 Parcerias
O primeiro a discursar foi o prefeito Luciano Cartaxo. Ele agradeceu pelas liberações de recursos federais. Disse que já tem R$ 40 milhões assegurados pela presidenta para revitalizar o Parque Solon de Lucena. "A parceria com o Governo Federeal será fundamental para gerar dignidade e cidadania", afirmou.

Ele destacou ainda que já tem o terreno para a costrução do Hospital da Mulher e espera definir essa nova parceria com o Governo Federal. 
Depois foi a vez do ministro Pepe Vargas, ministro do Desenvolvimento Agrário. Ele anunciou a entrega das chaves de retroescavadeiras e patrola para 22 municípios. Garantiu que os outros municípios também direito à essas máquinas. "À medida em que a indústria for produzindo, n[os vamos entregando a todos os municípios que tem até 50 mil habitantes, desde que não esteja em regiões metropolitanas", afirmou.
Em seguida, os prefeitos foram convidados ao palco montado no local para receber as chaves dos veículos. Receberam as chaves das mãos da presidenta os prefeitos de  Aguiar, Manoel Batista; Alagoa Grande, Hildo Régis Navarro Filho; Alhandra, Marcelo Rodrigues; Araçagi, José Alexandrino; Barra de Santa Roza, Fabian Dutra Silva; Belém, Edgard Gama; Conde, Tatiana Correia; Coremas, Antônio Lopes; Ibiara, Pedro Feitosa; Joca Claudino, Lucrécia Dantas; Juazeirinho, Carleuza Marques de Oliveira; Lagoa Seca, José Tadeu; Poço Dantas, José Guergel Sobrinho; Pombal, Polyanna Dutra; Santa Cruz, Raimundo Batista; Santana dos Garrotes, Hélio Ribeiro; São José de Piranhas, José Bonaldo Dias de Araújo; São Sebastião de Umbuzeiro, Francisco Neves; Sertãozinho, Márcia Araújo; Solânea, Beto do Brasil; Soledade, José Bento; e de Tacima, Erivan Bezerra.
Cidades 
Quem falou em seguida o ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, falou em seguida.  "Na Paraíba só na pasta dos Ministério das Cidades, o Governo está investindo mais de R$ 4,2 bilhões. Temos a obra mais importante do PAC, que é a Translitorânea, que garante água de qualidade para todos os municípios da região Metropolitana de João Pessoa", lembrou.

Aguinaldo disse que nesta quarta-feira ela anunciará em Brasília obras de saneamento e pavimentação para o Estado. "São R$ 50 milhões que o prefeito Luciano Cartaxo terá para pavimentação. O Governo do Estado terá R$ 176 milhões para melhorar as condições de saneamento. Nós temos um contingente de obras muito grande", disse. 

O ministro das Cidades afirmou que a permanente parceria da presidenta com a Paraíba "é uma ação que mostra que ninguém conseguirá atrapalhar os planos de Dilma. O maior momento para um gestor público é este. É ver uma pessoa receber a chave da casa própria e ver sua condição de vida mudar completamente", disse. 
Moradias 
A primeira a receber as chaves de sua casa no Jardim Veneze foi dona Maria Elinete, que subiu ao palco com a família. Quem entregou as chaves foi Jorge Hereda, presidente da CEF. Dilma fez questão de parabenizar a anciã.
 O governador Ricardo Coutinho agradeceu as parcerias com o Governo Federal. Lembrou que na Secretaria dos Portos está um projeto para modernização do terminal, que na primeira fase espara receber R$ 230 milhões. "Eu espero presidenta que, com sua ajuda, tenhamos no Estado o maior ciclo de construção de moradias popular desde a década de 70", disse

Ricardo Coutinho afirmou ter "alguns desejos" que foram encaminhados à Presidência da República. "A senhora tem determinação e constrói, junto com outros atores, um país em desenvolvimento que não pode voltar a um passado de estagnação", destacou.

Após descerrar a placa de inaguração do conjunto habitacional do 'Minha Casa Minha Vida', a presidente Dilma Rousseff falou aos presentes. "Pra mim é muito importante vir aqui á Paraíba e é a primeira vez que estou como presidente da República. Temos aqui um exemplo de parceria que será muito bem sucedida", garantiu.

Ela observou que as famílias beneficiadas não devem favores aos governantes. "Os que recebem as casas não devem nada a ninguém. Não devem a presidenta, ao governador, o prefeito e nem ao empresário que fez as casas. Isso é o que se chama obrigação do Estado brasileiro. Uma relação de cidadania", disse

Segundo a presidenta, as casas fazem parte de várias iniciativas na Paraíba e no retso do Brasil para melhorar a qualidade de vida das pessoas. "Já tem aqui em João Pessoa 14 mil e 300 famílias que realizaram os sonhos da casa própria. Na Paraíba são quase 36 mil. Vamos investir aqui R$ 2,6 bilhões. Nós não descansaremos até que o último brasileiro tenha acesso à uma moradia digna. Estamos construindo agora mais 1,3 milhão casas e falta contratar 1,1 milhão", disse. 
A presidenta Dilma Rousseff acredita que o país pode acabar com a miséria extrema. "Isso é uma honra para nós. O Brasil vem mudando porque nós aumentamos as oportunidades de trabalho e reduzimos o desemprego. O Brasil vem mudando. O Governo não pode e nem deve perseguir quem não é o partido dele. Mudamos isso", comentou.
Fonte: PC
António Góis

segunda-feira, 4 de março de 2013

Paraíba recebe a visita da presidente Dilma Rousseff.

Chegada de Dilma está prevista para as 10h10 no aeroporto Castro Pinto.

A presidente Dilma Rousseff desembarca às 10h10 no aeroporto Castro Pinto, procedente de Brasííia. Seu primeiro compromisso será no Jardim Veneza, em João Pessoa. Por volta das 10h30, ela participa da cerimônia de entrega de 576 unidades habitacionais do Residencial Jardim Veneza e de 22 máquinas retroescavadeiras a municípios do estado da Paraíba.
De João Pessoa, Dilma segue para Campina Grande. Na parte da tarde, às 15h45, ela participa na cidade de Itatuba da cerimônia alusiva à visita às obras da Etapa útil I do Canal Acauã-Araçagi - Adutor da Vertente Litorânea
Confira a agenda da presidente da República na Paraíba:
08h - Partida para João Pessoa/PB - Base Aérea de Brasília/DF
10h10 - Chegada a João Pessoa - Aeroporto Presidente Castro Pinto
10h30 - Cerimônia de entrega de 576 unidades habitacionais do  Residencial Jardim Veneza e de 22 máquinas retroescavadeiras a municípios do estado da Paraíba Residencial Jardim Veneza - João Pessoa
15h45 - Cerimônia alusiva à visita às obras da Etapa útil I do Canal Acauã-Araçagi - Adutor da Vertente Litorânea - Barragem Acauã - Itatuba
17h30 - Partida para Brasília - Aeroporto Presidente João Suassuna - Campina Grande/PB
19h40 - Chegada a Brasília - Base Aérea de Brasília.
Fonte: JP

António Góis

Chuvas trazem insegurança para mais de 60 mil pessoas na Paraíba.

Em todo o Estado, as histórias de medo se repetem e só tendem a se agravar, tendo em vista a proximidade do período chuvoso.

Uma ‘bomba-relógio’ que pode explodir a qualquer momento. Essa é a sensação enfrentada por mais de 60 mil pessoas de seis cidades paraibanas que moram em mais de 70 comunidades localizadas em áreas de risco de enchentes, deslizamentos ou desmoronamentos. Em todo o Estado, as histórias de medo se repetem e só tendem a se agravar, tendo em vista a proximidade do período chuvoso. 

No Sertão, essa época já chegou, mas não deve fazer estragos maiores que os da seca; no Agreste, Brejo e Litoral, porém, a contagem regressiva está aberta, já que deve começar a chover em abril. Apesar dos tristes exemplos de anos anteriores, as ações governamentais não têm superado o mero caráter paliativo ou emergencial, embora os gestores possam ser responsabilizados administrativa e criminalmente por sua omissão. 

Por outro lado, alegam os prefeitos, a falta de verbas é uma realidade, o que impede que essas famílias sejam postas em locais seguros.

Medo é revivido a cada nova cheia

Tudo que Josefa Sousa queria era viver em paz em sua casinha de tijolo e taipa, localizada na comunidade Coreia, no município de Bayeux. O problema é que, desde a “cheia” que tomou conta da vizinhança, em junho passado, ela sequer consegue dormir à noite. Os enormes buracos nas bases de todas as paredes dão a impressão de que aquilo tudo pode vir abaixo a qualquer momento. Da prefeitura, só ouviu que poderia voltar para casa, oito dias depois do alagamento, enquanto ainda estava abrigada em uma escola municipal, localizada nas proximidades.

A situação é tão séria, que o filho – a quem é tão apegada –, ela já perdeu para o medo. O jovem de 19 anos abandonou amigos, parentes e estudos, porque “não queria morrer”. Foi para Sapé, viver com a tia. Já dona Josefa, sem ter para onde ir, espera, com o marido, alguém que lhe estenda os braços. “Queria que ajeitassem minha casa ou que me tirassem daqui”, desabafou durante a primeira visita da reportagem, ainda em janeiro deste ano. Quase dois meses depois, nada mudou. “O barro (das paredes) que caiu mais”, denunciou.

O sonho de Dona Josefa, de ter um lar seguro, pode ser simples, até porque ela nunca teve grandes ambições. Entretanto, a grande dificuldade começa pelo fato de que os prefeitos alegam não ter verbas para construir casas seguras. Não bastasse isso, a questão vai mais além: nem a própria Defesa Civil estadual tem um levantamento das áreas de risco paraibanas nem de quantas pessoas nelas vivem, porque “as cidades não repassam os dados”. Nas prefeituras, entretanto, o quadro não muda muito. Em dois dos seis maiores municípios consultados – Patos e Santa Rita –, a reportagem não conseguiu sequer saber o número de localidades nessas condições. Em Patos, por exemplo, o gestor da Defesa Civil disse não saber da situação, pedindo que entrasse em contato com o coordenador do governo anterior.
Fonte: PC

António Góis